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Frigoríficos trabalham para diminuir sofrimento animal na hora do abate

Wednesday, February 22nd, 2012

Práticas de bem-estar animal são bem vistas pelo mercado consumidor.

Globo Rural reapresenta as melhores matérias de 2011.

Aves
Em Ipeúna, São Paulo, fica uma das unidades de uma granja de aves certificada pela Ecocert. O programa lista 86 requisitos que os criadores de frangos e galinhas poedeiras têm que seguir.

A primeira diferença dos aviários tradicionais é o galpão das galinhas. Elas não ficam em gaiolas, como é comum em produção de grande escala. Vivem andando por aí, sobem no poleiro, são tranquilas, mas atentas ao que se passa. Não fogem quando pessoas chegam perto, pelo contrário, são curiosas.

Pode parecer um detalhe pequeno, mas segundo a certificação de bem-estar animal, o piso dos alojamentos deve ser completamente coberto por uma cama feita com material de boa qualidade, que permita que as aves tomem um banho de areia. Essa é uma atividade que faz bem às galinhas.

A prática da debicagem, que significa cortar o bico dos pintinhos para evitar que eles machuquem uns aos outros, não é proibida, mas é contrária aos princípios de bem-estar. Se a granja adotar a debicagem, ela tem que ser feita até os 10 dias de idade. Na granja-modelo, só as galinhas dos lotes mais antigos foram debicadas. Nos lotes novos, o bico é inteiro e há poucos casos de lesão.

Suínos
A fazenda São Marcelo, em Tangará da SerraMato Grosso, segue os conceitos do bem-estar animal. No momento do nascimento dos leitões, uma funcionária fica de prontidão na maternidade de suínos. Em média, nascem 14 leitõezinhos por parto, um a cada 30 segundos, e tudo ao mesmo tempo, nas dezenas de baias de um enorme galpão.

No segundo dia de vida, os leitõezinhos recebem uma suplementação de ferro e no sexto dia, os machos são castrados. Mas as presas e os rabos dos animais não são cortados. A vigilância da funcionária Natalícia é intensa nas baias das porcas paridas.

O pisoteio de filhotes é o grande desafio deste tipo de produção de suínos, que segue as normas de bem-estar animal. E estamos falando de uma propriedade que cria muito: são 12.600 animais em 70 hectares.

O protocolo de bem-estar exige que as baias de parição tenham espaço suficiente para permitir que a porca se levante, ande, se movimente.

Outra estratégia é a instalação de barras de ferros nas laterais da baia, que evitam que a porca encoste na parede, ao se deitar. Os porquinhos aprendem rápido que ali é um lugar seguro.

Aos 25 dias de vida, os leitões são separados da mãe e vão para a creche. Nessa idade eles já começam a gostar mais de ficar do lado de fora. Entram no galpão atrás de ração e água. Na creche, como é chamado o período de desmame, o trabalho do tratador também segue as regras de bem-estar.

A ração é umedecida porque assim eles comem melhor. Pneus ajudam os pequenos a descobrirem o caminho da comida. O cardápio é incrementado com salada fresquinha, tirada da horta da fazenda.

Aos 70 dias, os leitões começam a fase da engorda. Cada lote tem 550 animais. Eles são separados por idade e tamanho e cada lote tem seu galpão, que nunca fica muito cheio porque o que eles adoram mesmo é correr pelo pasto e brincar.

Os porcos podem descansar na sombra. Coberturas de palha foram construídas para garantir conforto térmico.

Link: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/02/frigorificos-trabalham-para-diminuir-sofrimento-animal-na-hora-do-abate.html

Aumento de exportações de carne bovina anima pecuaristas de SP

Tuesday, February 21st, 2012

Criadores com boi rastreado investem visando o mercado externo.Pecuaristas acreditam que a perspectiva é promissora para 2012.
O crescimento das exportações de carne bovina causa otimismo a pecuaristas brasileiros. Em São Paulo, criadores com boi rastreado investem na atividade atentos ao mercado externo.Na propriedade em Barretos, em São Paulo, 300 animais são levados todos os dias ao abate em frigoríficos especializados em exportação. O gado só embarca depois que são cumpridas as exigências de controle e rastreamento.

“Todas as informações, como medicamentos, são analisadas. Se estiver tudo certo, o animal está pronto para ser embarcado e para a exportação”, explica Felipe Oliveira, zootecnista.

A fazenda, que pertence ao pecuarista André Reis, é uma das propriedades habilitadas a exportar a carne para a Europa. “Essa carne tem valor agregado. Nossos controles têm que acompanhar. Eu acho que isso é normal seja desde a alimentação que os animais recebem e o controle de carência de medicamentos e de resíduo na carne. O alimento tem de ser tratado com cautela, com carinho e com cuidado”, diz.O preço da arroba do boi gordo no estado de São Paulo, que teve uma queda na primeira quinzena de fevereiro, vale 6% a menos do que no mesmo período do ano passado. Mesmo assim, os pecuaristas acreditam que a perspectiva é promissora para 2012 e vale a pena investir na atividade. O confinamento na propriedade de André Reis vai engordar 40 mil cabeças de gado este ano, com um aumento de 20% em relação a 2011. O pecuarista está de olho nas exportações brasileiras de carne, que aumentaram em volume no mês de janeiro.

O frigorífico que exporta para mais de cem países comemora o crescimento nas vendas. O diretor vê boas perspectivas para 2012. “A produção mundial, ao contrario do que acontece no Brasil, está em queda, o que gera déficit de carne em alguns lugares do planeta e isso é bom para o Brasil, é bom para os exportadores”, avalia Fabiano Rosa, diretor do frigorífico.

Link: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/02/aumento-de-exportacoes-de-carne-bovina-anima-pecuaristas-de-sp.html

BALANÇAS BOVINAS ELETRÔNICAS

Wednesday, February 15th, 2012


BALANÇAS BOVINAS ELETRÔNICAS

Com a chegada da tecnologia eletrônica às Balanças Bovinas, abriu-se uma nova etapa na pesagem de animais vivos.
Basicamente a Balança Eletrônica tem as mesmas funções da Mecânica, que são: compra e venda de animais, controle de ganho de peso individual e pesagens para fins veterinários e zootécnicos.

Entretanto ela apresenta muito mais recursos, a começar pela conexão a computador e impressora para transmissão e impressão de dados como relatórios, gráficos etc., e grande versatilidade de uso com Barras de Pesagem de diferentes tamanhos e aplicação em plataformas, gaiolas e troncos de contenção.

Outro valioso recurso é a apartação de animais através de limites de pesos, atribuídos ou configurados no Indicador. Por exemplo, se você deseja apartar animais acima de 280 kg, para serem confinados – será atribuído o limite de 280 kg e as estatísticas informarão o número de animais acima e abaixo do limite, os pesos totais e as respectivas médias de peso nas duas categorias. Modelos mais sofisticados como a W810 apartam com 2 limites de peso, dão gráfico de ganho de peso, pesam com rendimento de carcaça, gravam e imprimem on-line ou off-line, possuem teclado alfanumérico para receber observações sobre o animal, além de outros recursos.

Outra grande vantagem é a portabilidade da Balança Eletrônica, enquanto a Mecânica permance fixa onde foi montada (veja a comparação entre Balanças Eletrônica e Mecânica na página FAQ, onde comparamos lado a lado os principais pontos fortes de uma e de outra – Perguntas Mais Freqüentes). A Balança Eletrônica é indispensável para auxiliar no controle técnico do rebanho.

Curral móvel pode manejar animais em qualquer local da fazenda

Friday, February 10th, 2012

 

Para as propriedades que precisam de mais de um retiro para poder trabalhar os animais, existe uma solução prática e economicamente viável. É o curral metálico móvel, feito por um sistema de peças de aço oblongo leve, resistente e que pode ser montado por quatro pessoas em um intervalo de tempo de 1h30, permitindo a instalação em qualquer local do pasto.

A estrutura é composta por paineis de 3 metros cada e é encaixada por correntes. Cada peça sustenta a seguinte e dá suporte ao curral inteiro, que pode manejar de 100 a 300, conforme a preferência do pecuarista. Outra vantagem é que este curral não possui componentes pequenos e fáceis de perder, como parafuso e porcas.

Estrutura do Curral Metálico Móvel

  • Aço galvanizado oblongo (em tubos)
  • Seringa em sistema relógio
  • Cercas de 1,70 metro
  • Não possui parafusos/porcas (peças pequenas)
  • Paineis de 3 metros
  • Piso emborrachado anti-stress
  • Tronco separador com sistema eletrônico (pode ser vendido separadamente)

O foco do produto são os grandes pecuaristas, que precisam de 3 a 10 retiros na fazenda, explica Gabriel Hauli, proprietário da Balanças Açôres. “Cada cliente monta a estrutura conforme a necessidade. Depois, ele pode até aumentar o curral incluindo novos painéis”, diz Hauli. O projeto curral metálico móvel pode ser desenhado pelo próprio cliente ou este pode escolher entre os projetos prontos. Além do modelo para bovinos, a empresa disponibiliza também para caprinos e ovinos.

Para transporte o curral de uma parte a outra do pasto, basta um caminhão truck. “O embarcador pode ser levado em uma camionete, por exemplo”, cita Hauli. A indicação é montá-lo beirando a cerca, facilitando a condução dos animais até a porteira, que leva ao setor coletivo.

Entre as vantagens do curral móvel está o fato de os animais não precisarem cobrir longas distâncias para chegar até o local do manejo, o que estressa e emagrece o rebanho.

O curral metálico móvel, produto patenteado, é comercializado no Brasil há 10 anos. Como afirmou Gabriel Hauli, nenhuma das 100 peças vendidas no país teve necessidade de manutenção (a garantia é de cinco anos). Além das vendas internas, a empresa já exportou currais para Angola, Paraguai e Costa Rica.  Após a aquisição, a Balanças Açôres banca o frete, montagem e entrega técnica do produto, ensinando a equipe das fazendas a realizarem a montagem quando necessário.

Link: http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=55240

Mato Grosso do Sul registra o maior rebanho da história em 2011

Wednesday, January 25th, 2012

Mato Grosso do Sul bateu recorde em 2011 com o maior rebanho da história, segundo o Instituto de Defesa Animal e Vegetal de Mato Grosso (Indea), obtido com base nos dados referentes à vacinação contra aftosa no mês de novembro. O número é de 29,2 milhões de cabeças.

O dado apresenta uma evolução de 1,5% em comparação com o registrado em 2010. O resultado já era esperado, mas chama atenção que este imenso volume de animais tenha sido alcançado mesmo diante de pressões enfrentadas pela menor disponibilidade de pastagens, com o avanço da agricultura e outras culturas.

Esses fatores foram compensados pelos produtores do Estado, que aumentaram o uso de tecnologias de processo intensivo e possibilitaram uma maior eficiência no uso da área pelo setor.

O instituto também anunciou o fim da campanha de vacinação contra a aftosa no mês de fevereiro na região de fronteira com a Bolívia. Decisão tomada respeitando critérios técnicos que reconheceram o consciente trabalho de vacinação dos pecuaristas da região, fruto da cooperação entre a classe e o governo.

Mato Grosso do Sul também comemora, em janeiro, 16 anos do último caso registrado de aftosa no Estado.

Marcos Rogério foi alvo de muita emoção no CPLD

Friday, December 9th, 2011

Foto Miguel Oliveira/ABQM.

 

Montando Smokin Quick, Juninho Testa venceu três categorias e dividiu dois trailers

A 3ª Etapa do Campeonato Paranaense de Laço em Dupla 2011 (CPLD), ocorrida de 19 a 21 de Agosto, em Maringá (PR), reuniu 1.243 inscrições de laçadores amadores e profissionais de várias partes do Brasil, além de Jean Poythress, competidora dos Estados Unidos, que disputaram numa pista muito elogiada pelos participantes. “O cumprimento do horário, marca registrada do CPLD, e a boiada padronizada, que deu mais competitividade aos cavaleiros, também foram os pontos altos do evento”, disse o diretor da entidade Ilson Romanelli. Segundo Felipe Monteiro e Anderson Proença, responsáveis também pela organização do evento, foram distribuídos mais de R$ 125 mil em prêmios nas cinco categorias (somatórias 11, 8, 6, 4 e Aberta).

Um dos destaques da etapa foi Juninho Testa que dividiu dois trailers Halley, com os primeiros lugares nas somatórias 11 e 8, além de vencer também na Aberta, todas com o baio Smokin Quick (Quick Peppy Doc x Smokin Rebeca WP, por Smokin Tari YM). Na primeira categoria teve como parceiro o laçador Luccas Aguiar, montando o cavalo Ganser Deck CPH (Lachat Skr CY x Lassalie Deck Cy, por The Bestyet), fazendo 5s67. Já na somatória 8, ele teve a companhia de Rafael Cotini, que completaram o trabalho em 6s28. Já na Aberta, dividiu a vitória com Ricardo C. Basseto que conduziu o também baio Playboy Sumo (Playboy Jay x Ginger Deck, por Sanjay), em 6s41. A Somatória 6 teve como vencedores, respectivamente, Arlindo Pacifico Vieira Neto, popularmente conhecido como “Irmão”, montando o cavalo Winnin Jay EJB (Winnin Bye Gem x Dear Jay AQ, por Sanjay) e Fernando Chagas Bernardes com Only Freckles Jay (Freckles Lynnx TMR x Only Pleasure RB, por Emprenho CL), marcando 7s08. Pela Somatória 4, Marcos Rogério de Souza Pinto com o ¾ Timalco JGB (Detroit x Alaska, por Nevada Dude Two) e Rodrigo Aleixo laçaram em 7s21.

As pessoas que participaram do evento, tanto competidores quanto aqueles que estavam assistindo, foram unânimes em elogiar a organização do evento, que teve o comando de Ilson Romanelli, Anderson Proença e Felipe Monteiro.

Os promotores do CPLD fizeram questão de destacar a participação de algumas pessoas e empresas que ajudaram para abrilhantar ainda mais o evento. Entre elas, a amazona Renata Oliveira, competidora que chegou a disputar a final; o Marcos Rogério Pinto, pelo esforço e dedicação; e o trabalho do CPLD Mirim, com a prova de Cavalete, além dos patrocínios: Classic, Trailer Halley e Balanças Açores.

Superação pela paixão chamada Laço

Entre uma laçada e outra, um dos momentos mais emocionantes e festejados pelos presentes, inclusive pelos próprios competidores, foi a conquista do troféu da somatória 4 obtida por Marcos Rogério de Souza Pinto, o Marquinhos, como é carinhosamente conhecido entre os aficionados pela modalidade. Nascido em Jataí (GO), onde seu pai tem uma propriedade rural e cria Quarto de Milha, sofreu um grave problema em um de seus braços, deixando-o praticamente imobilizado desde criança. Em curta entrevista à nossa reportagem, Marquinhos conta sua trajetória. “Minha família tem duas fazendas, uma em Jataí (GO) e outra em Ubiratã (PR), local onde moro atualmente. Aos três anos tive um grave problema em meu braço direito, uma espécie de paralisia o que me deixou com poucos movimentos até hoje. Mas isso não me abateu. Por gostar tanto de Laço, pois herdei o prazer do meu pai (Luiz de Souza Pinto) e também do meu irmão, Luiz Alexandre, que é campeão pela ABQM das provas de Bezerro, Dupla (Cabeça e Pé), comecei então a ter esse contato desde os nove anos. Algumas pessoas foram fundamentais quando eu mais necessitei para que eu estivesse participando desse evento aqui hoje, entre eles o meu amigo de infância Bruno Correa, também lá de Jataí, e o Danilvo Lino da Silva, o Coroa, como o chamávamos desde o tempo que era o treinador do nosso haras e que me ensinou como prender a corda no pito da sela, entre várias outras coisas. Aos 13 anos, fiz minha primeira participação na cidade de Barra do Garça, no Mato Grosso, com o meu cavalo Timalco – o mesmo que venci essa prova da CPLD -. Com o passar dos anos fiz cursos com o Adriano Rodrigues, com o Anderson Proença e o Raphael Paoliello, o Chifrinho, para pegar técnicas e mais experiência de pista. Além do trailer de hoje, já ganhei seis motos desde 2008 sendo uma em Goiás e cinco no Paraná no Laço Pé. Hoje, com 25 anos, posso me considerar uma pessoa privilegiada por estar entre tantos amigos. Aproveito para fazer um agradecimento especial também ao meu parceiro de prova, o Rodrigo Aleixo, e aos proprietários das Cordas Precision, de Toledo (PR), que acreditaram em meu trabalho e me prestigiam como patrocinadores. Espero poder participar pela primeira vez de um evento da ABQM, pois estou preparando um animal geração Potro do Futuro”.

Resultados, média de tempo e premiação

Somatória 11: 1°) – Luccas Aguiar/Ganser Deck CPH e Juninho Testa/Smokin Quick (5s67) – um trailer Halley; 2°) – Rodrigo Teodoro e Adilson Bola (5s88) – R$ 8 mil; 3°) – Luccas Aguaria e Everton Chiozzini (5s990) – R$ 6 mil; 4º Fernando Gandolfo e Marciel Tic-Tac (5s992) – R$ 4 mil; e 5° ) Zé Soares e Fabinho Nieto (6s83) – R$ 2 mil. Aberta: Ricardo C. Basseto/Playboy Sumo e Juninho Testa/Smokin Quick (6s41) – R$ 3,6 mil; 2°) – Jorge Cury e Marcelo Silva (6s80) – R$ 2,1 mil; e 3°) – Juninho Positel e Juninho Testa (7s11) – R$ 1,5 mil.  Somatória 8 – 1°) Juninho Testa/Smokin Quick e Rafael Cotini (6s28) – um trailer Halley; 2°) – Fábio Martins e Thales Araújo (6s30) – R$ 8 mil; 3) – Guto de Souza e Guilherme Stepanchev (6s57) -  R$ 6 mil; 4°) – Marciel Tic-Tac e Edmárcio Dona (7s17) – R$ 4 mil; e 5°) Elizeu Coelho e Marciel Tic-Tac (7s64) – R$ 2 mil.  Somatória 6 – 1°) – Arlindo Pacifico Vieira Neto/Winnin Jay EJB e Fernando Bernardes/Only Freckles Jay (7s08) – R$ 6 mil:; 2°) – Arlindo Pacifico Vieira Neto e Thiago Barbosa (7s62) – R$ 4 mil; 3°) – Sergio Garla e Roberval Franco (7s87) – R$ 3 mil; 4°) – Sérgio Garla e Otávio Fantin (7s97) – R$ 2 mil; e 5°) Pedro Tendolo e José Zanforlini (8s06) – R$ 1 mil. Somatória 4 -  1°) – Rodrigo Aleixo/Docs e Marcos Rogério/Timalco JGB (7s21) – um trailer Halley; 2°) – Rodrigo Botelho e Pedro Barbosa (7s79) – R$ 8 mil; 3°) – Tiago Botelho e Caio Borges (8s49) – R$ 6 mil; 4°) – Willian Tsumanuma e Lucas Assoni (9s33) – R$ 4 mil e 5°) Aloysio Guimarães e João Bertato (9s35) – R$ 2 mil.

 Matéria: Revista Quarto de Milha

A Cooplantio tem mais de 40 unidades nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e 160 vendedores a campo

Tuesday, December 6th, 2011

Da esquerda pra direita, Antonio Lopes da Balanças Açores (Supervisor Nacional Divisão Industrial), Gabriel Hauly da Balanças Açores (Gerente Comercial Nacional), Daltro Jose Domit Benvenuti (Diretor Presidente da Cooplantio), Ivon Job Costa (Eng. Agrônomo da Cooplantio), Antonio Cavalcanti  (Vice – Presidente – Diretor Comercial da Cooplantio) e Nelson Antonio Sirtori (Diretor Financeiro da Cooplantio)

REPORTAGEM ANIMAL TAG

Thursday, November 24th, 2011

Reportagem ABCZ

Thursday, November 24th, 2011

Boi: Valorização da arroba já chega a 4,5% neste mês

Thursday, November 10th, 2011

A arroba do boi gordo segue negociada acima dos R$ 100,00 no mercado paulista. Só neste início de novembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (mercado paulista) já aumentou 4,52%, fechando em R$ 105,92 nessa quarta (com Funrural; à vista, valores a prazo descontados pela taxa CDI). Pecuaristas consultados pelo Cepea, se mostram confiantes em obter novos acréscimos nos preços dos lotes que serão entregues ao longo deste mês. Frigoríficos, por sua vez, precisam abrir valores maiores para a compra de novos lotes. No mercado atacadista da carne com osso da Grande São Paulo, os preços também avançam positivamente neste mês. No acumulado de novembro, o preço médio da carcaça casada do boi reagiu 5,9%, fechando a R$ 6,77/kg na quarta-feira.

Fonte: Cepea